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Atividades dissertativas-argumentativas na escola: quando e como começar a praticar?

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Muitos professores e demais profissionais da educação se questionam sobre a melhor forma de envolver atividades dissertativas-argumentativas na escola, durante nas práticas de sala de aula, ou quando iniciar essa familiarização, já que os estudantes precisarão se preparar para vestibular ou ENEM.  Partindo das 10 competências gerais da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), documento que orienta o conjunto de aprendizagens alinhando o que todos os estudantes brasileiros precisam desenvolver ao longo da Educação Básica, já se considera importante que desde a Educação Infantil até o Ensino Médio a escola volte uma atenção a questão do saber praticar a argumentação porque essas competências e habilidades têm como objetivo preparar os estudantes como seres integrais, cidadãos críticos e conscientes, com atitudes e valores compatíveis com as necessidades e os desafios da sociedade, capazes de mobilizar seus conhecimentos para resolver todo tipo de problema.

Neste conteúdo, vamos refletir sobre a importância de atividades dissertativas-argumentativas na escola e impacto que elas causam na formação do aluno.

Tempo de leitura: 3 – 5 minutos

A competência 7 nos traz que argumentação com o seguinte propósito:  “argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.” É o fundamento da capacidade de construir ideias, considerações e conceitos de maneira competente e consciente.

Afinal, o que é argumentação?

A palavra argumentar tem origem latina “arguere” que significa: mostrar antes de demostrar; apresentar antes de provar. Pode ser considerado também como afirmação que participa da persuasão. Assim, a escola deve promover atividades dissertativas-argumentativas em todas as áreas, começando desde a Educação Infantil, perpassando todo o Ensino Fundamental e, principalmente, no decorrer no Ensino Médio, idade em que os jovens terão maturidade para consolidar os conhecimentos e refletir sobre eles.

A prática da argumentação não precisa ser resumida a produção de texto ou redação sobre algum tema somente. Faz parte da argumentação também saber opinar sobre determinado assunto e saber ouvir a opinião dos outros, desenvolver respostas coerentes baseadas em fatos, dados e evidências, fazer inferências, debater e defender seu ponto de vista, desenvolver conhecimentos a cerca de perpectivas globais, demonstrar consciência e respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

De acordo com  Rosi Rico, da Associação Nova Escola – Mantenedora Fundação Lemann, todos os componentes curriculares estão conectados com competência 7 da BNCC. Língua Portuguesa é fundamental para trabalhar a retórica e a construção da narrativa. Artes contribui para desinibir e superar os próprios limites, a timidez, por exemplo, para se expressar em público. Afinal, mesmo o jovem que não é extrovertido precisará dessa habilidade para defender suas ideias e opiniões. Ciências da Natureza colabora ao fazer o estudante compreender como utilizar as informações e evidências de investigações científicas e experiências para construir argumentos.

A área da Matemática entra com o ensino da interpretação e uso de dados, gráficos e estatísticas para embasar a argumentação do aluno. A mesma lógica vale para Ciências Humanas, que conduz o estudante a usar dados e fatos sociais, históricos e geográficos na elaboração do pensamento argumentativo.

Entenda o que é dissertação

No que diz respeito à dissertação, a origem da palavra vem do latim “dissertatio” que significa: ação de dissertar, de discutir, de expor um tema de maneira sistemática, clara e abrangente.

Então, dissertar é saber expor, informar e apresentar as informações de modo claro e objetivo. Enquanto que argumentar é saber defender seu ponto de vista. Assim, na forma escrita, as duas ações se complementam se organizadas numa forma adequada, bem estruturada, coesa e coerente.

Por isso, quando surgir a dúvida de quando e como iniciar a prática de atividades dissertativas-argumentativas  na escola, é essencial lembrar de que elas se integram. Logo, se uma pessoa for familiarizada desde pequena a argumentar oralmente e defender seu ponto de vista sabendo respeitar as opiniões diversas, quando estiver com uma idade maior, ficará com mais facilidade de colocar em prática uma atividade dissertativa-argumentativa em formato escrito.

Na área da educação, a inteligência artificial passará não apenas pelas inovações em sala de aula, mas também na gestão educacional. Muitos sistemas baseados em IA poderão auxiliar na otimização de processos administrativos, proporcionando uma gestão mais eficiente, objetiva e transparente.
Com a popularização dessa tecnologia, é comum que os professores se deparem com termos desconhecidos e muitas vezes até estranhos. Neste sentido, listamos alguns dos termos mais usados para quando falamos de IA aplicada à educação.

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