Como fica a educação pós-pandemia?

           

            Todas as instituições de ensino do país estão iniciando um novo ano letivo. Um ano novo numa nova perspectiva educacional. No ano passado, devido à pandemia, as escolas precisaram enfrentar cenários recentes, fazendo ajustes e adaptações nada fáceis. Neste momento, pós-pandemia, muitos questionamentos surgem: Como fica a educação?  Quais serão os impactos? Quais serão os pontos positivos? Quais as tendências educacionais para 2021? A questão é que o retorno às aulas vai acontecer de forma gradativa e precisaremos estar preparados para novas formas de lidar com o ensino.

Sobrevindo diversas mudanças, uma figura é decisiva e irrefutável para responder tantas indagações: o uso da tecnologia é uma solução possível tanto para adaptar modalidades que precisem de isolamento, como para aulas presenciais ou remotas. Desta forma, evidencia-se que as instituições precisam estar preparadas para enfrentar diversos desafios. Logo, sabendo que  ensinar sempre foi desafiador, temos uma oportunidade especial neste ano pós-pandemia.

Com a permanência e uso frequente das tecnologias no atual modelo educacional, o caminho para a inovação acelera a cada dia e, historicamente, temos um marco na educação. Os estudantes estão mais autônomos, as metodologias estão mais ativas e interativas, as avaliações mais diagnósticas, os professores mais dinâmicos, em busca de atender às necessidades específicas do alunos e de ajudá-los no desenvolvimento de habilidades e competências.

Por outro lado, a educação precisa  estar atenta às questões socioemocionais de todas as partes. Com o distanciamento social, muitos estudantes e também professores, tiveram seu psicológico abalado. Retomar aos poucos o convívio fará parte do processo, auxiliando a todos na compreensão deste novo período.

À vista disto, seja no ensino híbrido, no ensino remoto ou no semi-presencial, o uso de tecnologias educativas proporciona muitos benefícios, tornando comum o uso de ferramentas digitais, plataformas virtuais, trilhas de aprendizagem e outras ferramentas. Com isso, o caminho não é substituir as aulas presenciais totalmente, mas, combinar e integrar as modalidades para superar os entraves que surgiram como consequência de tantas modificações rápidas e até então incomuns para o ensino.